quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Perspectivas

 

Embaixo da escrivaninha do meu quarto de dia


Como ela parece de noite


Rampa de saída/entrada da minha casa

domingo, 15 de agosto de 2021

Rua de Mão Dupla

        As pessoas costumam dizer "Diga com quem tu andas, que direis quem tu és". Eu costumava concordar com isso. Agora não totalmente. Muito mais do que com quem a pessoa se relaciona, o "onde" ela se relaciona é mais importante, diz mais sobre ela. Ao assistir isso eu consegui ver claramente como o lar diz muito sobre alguém. Ouso dizer até que quando trocamos de casa é como se tivéssemos outra personalidade, outro papel a encenar. É difícil ser você mesmo num lugar que não é seu, não tem sua cara. Você vai de habitante a empostor.

Vestível dialógico - versão final

 







quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Design: Obstáculo para a Remoção de Obstáculos?

        Em minhas palavras eu colocaria o texto de Flusser, assim: Quando algo(uma coisa talvez) é desconhecida, ela é um problema, há uma barreira de conhecimento a ser ultrapassada e alcançada. Então temos um breve momento de paz, olho da tempestade. Mas quanto mais conhecemos e usamos esse algo, que agora passa a ser um objeto, mais problemático ele volta a ser. Isso ocorre porque vamos trazendo objetividade a eles, na verdade, objetividade de seu criador. Por outro lado, quanto mais abertura e espaço esse objeto der a quem o usa, mais ele vai se tornando subjetivo e amplamente "usável" pois não está limitado por precessores. E no meio de tudo, a pessoa acaba por se perder em resolver tais situações que esquece como esse objeto interage com o outro, num âmbito cultural. Surge portanto os criadores de objetos imaterias(designers) para que se desprenda da matéria em si, porém, algo que deveria retomar a liberdade de interação, por causa desse desprendimento, age de forma contrária: prende-nos. 

Vestível dialógico - Primeira versão

        Sério, devia ter uma parte dessas atividades destinada só aos bastidores. Muito bom!


        Bem, as diretrizes eram:

Prende em um, prende no outro

Prende nos dois, barra outro


Prende em algo, prende em alguém

Estica não rasga, estica confia


Confie em mim, confie no outro

Confie em mim, confie no algo


Meu menor é seu maior contato

Meu maior te torna distante


Eu te prendo para você se prender

Para você parar e perceber

Explorar a si e o outro


Outro alguém, outro algo, outro lugar


        O objetivo era fazer um objeto que aproximasse o usuário de outras pessoas, coisas e lugares. Prendesse a atenção de quem o uso na outra ponta e, assim, obrigasse a pessoa simplesmente a parar e explorar os movimentos, o próprio objeto e o que estiver preso na outra ponta. Dessa forma, a pessoa precisaria confiar no objeto para ter uma experiência completa e reveladora.


~BMferreira

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Performance Transmitida

    Essa é com certeza a atividade que eu mais ri fazendo, Leitor.

    Eu juro que tentei, mas a cada coisa que eu fazia me achava idiota e começava a rir de mim mesma. Depois ria mais um pouco por ri sozinha. Mesmo assim isso não quer dizer que não levei à sério, só não tive maturidade para lidar com as limitações próprias do corpo e do espaço, nem lembro quantas vezes bati a cabeça porque esqueci que o "teto" estava mais baixo ou caí porque cochas grossas dificultam ficar agaxada. Ou ainda quando a blusa subia e a barriga encostava no chão frio (nessas vezes até duvidei se não era um gato fugindo da água). No mais descobri poeiras em lugares inimagináveis e até fiz um agrado a mim mesma ao limpar o quarto para poder usar o chão à vontade (minha mãe manda gratidão por isso) e em minha defesa eu não imaginava que existis poeira em tanto lugar assim, revelador.  

POLINTERVENÇÕES URBANAS

         Olá, Leitor!           Eu poderia falar muitas coisas desse trabalho, foi o que mais pareceu com o curso, mas sinceramente, todos o...