Cá estamos nós novamente, Leitor.
Essa é o que? A terceira escultura? Confesso que todas ficaram igualmente ruins, mas descobri o poder que uma boa foto tem.
A primeira escultura foi um desastre, gosto de chama-la de "Papel amaçado" e mesmo com esse terrível nome foi a que mais gostei. Ela foi autêntica (não da mesma forma autêntica das outras). O que quero dizer é que nela eu literalmente fiz a primeira coisa que me veio a mente, por isso gostei tanto, foi fácil. Infelizmente, no final ela realmente virou papel amassado, porque certa família não deu od evido valor ao papel amassado em cima da estante e resolveu jogá-lo no lixo. Lastimável, eu sei.
Na segunda tentativa alguns diriam que foi melhor sucedida, mas para essa autora aqui foi a pior tentativa de todas. Eu tinha um real valor sentimental pela primeira e parecia uma traíção gostar da segunda. Então tirei as fotos e a joguei fora.
A terceira foi a que menos fiz bagunça, tentei aproveitar todo o papel em mãos para depois não ter que limpar o ambiente de criação. E foi a que mais tive bagagem para aplicar. Sério leitor, nem eu acreditei no trabalho final. Francamente você ficaria decepcionado se visse o objeto cru e as fotos tiradas.
Mostrarei agora as três que mais gostei e, claro, vou explicar o motivo:
Essa foi a que mais me surpreender, porque óbvio que durante o processo eu não previ esse final. Usei um papel escuro na produção dessa escultura e trocando o branco pelo preto e vice-versa o final foi isso. Diga-me se não parece o raio X de uma caixa toráxica. Talvez não exatamente, mas para mim foi bem real. Adorei!



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